terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Aconteceu em Alcântara-Ma

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Caçadores de planetas


Caçadores de planetas: Irmão Sol, irmãs Terras
Agência Fapesp - 14/12/2009

A 61 Virginis pode ser vista da Terra a olho nu. Ela se encontra a 28 anos-luz da Terra na constelação de Virgem, que, nesse período do ano pode ser observada algumas horas antes do nascer do Sol.[Imagem: NASA]
Estrelas parecidas com o Sol

Um grupo internacional de caçadores de planetas acaba de descobrir quatro novos desses corpos celestes em órbita de duas estrelas relativamente próximas e que são muito parecidas com o Sol.

Os planetas foram encontrados por astrônomos australianos, britânicos e norte-americanos, com a ajuda dos telescópios Anglo-Australiano e Keck, localizados respectivamente na Austrália e no Havaí.

O grupo não observou os planetas diretamente, tendo usado para a detecção o efeito Doppler, que mede como os planetas são atraídos pela gravidade das estrelas dos sistemas de que fazem parte.

Gêmea do Sol

Dos planetas descobertos, três orbitam a estrela 61 Virginis, que é praticamente uma gêmea do Sol, tamanha a semelhança entre as estrelas. As massas dos planetas variam de 5,3 a 24,9 vezes a massa da Terra.

"Esses planetas são especialmente instigantes. Estão próximos, em tamanho, à Netuno, que tem 17 vezes a massa da Terra. Aparentemente, há muitas estrelas parecidas com o Sol que contam com planetas dessa massa ou menor. Isso indica um caminho para descobrirmos planetas menores que podem ser rochosos e com condições favoráveis ao suporte da vida", disse Chris Tinney, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, um dos autores do estudo que será publicado em breve no Astrophysical Journal.

A 61 Virginis pode ser vista da Terra a olho nu. Ela se encontra a 28 anos-luz da Terra na constelação de Virgem, que, nesse período do ano pode ser observada algumas horas antes do nascer do Sol.

Olhando para casa

O quarto planeta descoberto é bem maior, com massa semelhante à de Júpiter, e orbita a estrela 23 Librae, também parecida com o Sol. A estrela está a 84 anos-luz da Terra na constelação de Libra. É o segundo planeta observado nessa constelação, após o primeiro em 2006. O novo planeta tem uma órbita de 14 anos, um pouco maior do que a de Júpiter, que é de 12 anos.

"O que detectamos nesse sistema estelar é muito parecido com o que encontraríamos em nosso Sistema Solar se o estivéssemos observando a distância", disse Simon O'Toole, do Observatório Anglo-Australiano, outro autor da descoberta.

Outro ponto destacado pelos pesquisadores é a colaboração entre equipes e instrumentos, com o uso conjunto, no caso, de dois potentes telescópios. "Com essa colaboração, teremos uma excelente chance de identificar, nos próximos anos, planetas potencialmente habitáveis em órbita de estrelas próximas", disse Paul Butler, do Instituto Carnegie, em Washington, outro autor do estudo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009


NASA confirma descoberta de água e "substâncias intrigantes" na Lua

Redação do Site Inovação Tecnológica - 13/11/2009
NASA confirma descoberta de água e
A água lunar, acumulada na forma de gelo, pode conter incrustrações com informações geológicas importantes sobre as origens de todo o Sistema Solar.


A NASA anunciou nesta sexta-feira que descobriu uma "grande quantidade" de água na Lua durante um experimento realizado no mês passado, quando a sonda LCROSS chocou-se com o interior da cratera Cabeus.

Dois impactos

A LCROSS era formada por duas partes. A primeira consistia no último estágio do foguete que a lançou ao espaço, chamado Centauro. A segunda era a sonda propriamente dita.

As duas se separaram algumas horas antes do impacto. Logo depois a LCROSS acionou seus foguetes em uma manobra de frenagem que a deixou cerca de 600 quilômetros de distância do projétil Centauro. Isso criou um atraso de cerca de 4 minutos entre o projétil e a sonda.

Com os dois segmentos seguindo o mesmo curso, o objetivo era que a LCROSS observasse a nuvem de poeira e detritos levantada pelo Centauro. A sonda também chocou-se contra o solo lunar depois de transmitir seus dados para a Terra.

Há água na Lua

A NASA havia criado uma grande expectativa quanto à nuvem de poeira que se levantaria durante o impacto, acionando um batalhão de astrônomos amadores para fotografar o evento. Mas a nuvem de detritos levantada foi muito menor do que o esperado e só pode ser observada pelos instrumentos precisos da LCROSS.

"De fato, sim, nós encontramos água. E nós não encontramos um pouquinho, nós encontramos uma quantidade significativa", disse Anthony Colaprete, cientista responsável pela missão.

Segundo Colaprete, os dados indicam que o impacto levantou algo em torno de 90 a 100 litros de água. Não foram divulgados dados sobre a quantidade estimada de detritos lançados na atmosfera, o que impede um cálculo percentual.

Substâncias intrigantes

A identificação de água na Lua é importante por motivos científicos: se ela estiver depositada lá há bilhões de anos na forma de gelo, pode conter incrustações com informações geológicas importantes sobre as origens de todo o Sistema Solar.

Mas a presença de água também poderia ser importante para futuras expedições tripuladas e para uma eventual base lunar.

Os cientistas afirmaram que os dados são preliminares e que as futuras análises deverão detalhar melhor a presença de água na cratera.

Segundo Colaprete, "junto com a água em Cabeus, há pistas de outras substâncias intrigantes." Mais detalhes, contudo, terão que esperar a publicação dos artigos científicos, o que deverá ser feito após a conclusão das análises.

Em Setembro último, uma sonda espacial indiana também havia encontrado sinais de água na Lua.
Fonte:Redação do Site Inovação Tecnológica

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Começou a V Jornada Espacial


Estudantes participam da V Jornada Espacial
Coordenação de Comunicação Social- Agência Espacial Brasileira
29-10-2009

A Agência Espacial Brasileira (AEB) promove, a partir deste domingo (01/11), em São José dos Campos (SP), a V Jornada Espacial. Até 6 de novembro, 60 estudantes do ensino médio de escolas públicas e privadas de 22 estados e do Distrito Federal participarão de visitas aos institutos, oficinas, cursos e palestras voltadas ao setor espacial.
A Jornada Espacial, uma das ações do programa AEB Escola, busca despertar nos jovens o interesse pela área espacial, revelar novos talentos e permitir aos alunos um contato direto com pesquisadores das áreas de Astronomia e Astronáutica. O evento também é uma oportunidade para os estudantes demonstrem seus conhecimentos e habilidades.

Durante a semana, alunos e professores visitarão o Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Observatório Astronômico do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), entre outros órgãos. Nesta edição, serão abordados temas como o contexto histórico da corrida espacial e seus benefícios, a astronomia espacial, os satélites e as plataformas, a tecnologia GPS, a robótica, o veículo lançador de satélites, as ciências espaciais e o Programa Espacial Brasileiro.


Os participantes da Jornada foram selecionados, em maio deste ano, por meio da Olimpíada de Astronomia e Astronáutica (OBA), organizada anualmente pela AEB em conjunto com a Sociedade Astronômica Brasileira (SAB). Mais de 864 mil alunos de 10 mil escolas de todo o país participaram da OBA, que visa popularizar o ensino de Astronáutica e de Astronomia junto a educadores e estudantes. Para participarem, as escolas cadastradas recebem todo o material didático sobre os assuntos abordados na prova olímpica.

Programação – A solenidade de abertura das atividades será no domingo (01), às 16h, no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos (SP). Na segunda-feira (2), haverá palestra com o astronauta brasileiro Marcos Pontes que abordará a Missão Centenário. Outro destaque será a palestra na quarta-feira (4), de Petrônio Noronha de Souza, chefe do Laboratório de Integração e Testes (LIT), do Inpe, com o tema “Satélites e Plataformas Espaciais”. No dia 6, os benefícios da era espacial serão abordados pelo professor José Bezerra Pessoa Filho, do DCTA.

Atividades

01/11os Eventos / Palestrantes

- 16h30 - Solenidade de Abertura da V Jornada Espacial - DCTA
- 17h30 às 18h30 - O Programa Nacional de Atividades Espaciais e o Programa
AEB Escola – palestrante Dr. Thyrso Villela Neto (AEB)

02/11

- 08h30 às 10h - O Contexto Histórico da Corrida Espacial – palestrante Dr. José Bezerra Pessoa Filho (IAE/DCTA)
10h30 às 12h - A Missão Centenário – palestrante Ten. Cel. Av. Marcos Pontes (Astronauta)
- 14h às 15h30 - Experimentos Didáticos de Astronomia em Sala de Aula – palestrante Prof. Dr. João Batista Canalle (UERJ)
16h às 17h30 - Construindo Foguetes – palestrante Dr. Guido Damilano (IAE/DCTA)

03/11

- 08h30 às 10h – Passeio ao Centro de Visitantes do Inpe
- 10h30 às 12h – Visita ao Laboratório de Integração e Testes (LIT/Inpe)
- 14h às 15h30 – Interpretando Imagens e Satélites – palestrante Dra. Elisabete Caria Moraes (Inpe)
16h às 17h30 – Experimentos Didáticos de Astronomia em sala de aula – palestrante Prof. Dr. João Batista Canalle (UERJ)
- 18h30 às 20h30 – Observação Noturnaário Eventos / Palestrantes
Professores
04/11

- 08h30 às 10h – Satélites e Plataformas Espaciais – palestrante Dr. Petrônio Noronha de Souza (Inpe)
- 10h30 às 12h – Meteorologia e Ciências Ambientais – palestrante M.Sc. Marcos Barbosa Sanches (Inpe)
- 14h às 14h45 – O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) – palestrante Prof. Luis Carlos Rossato (ITA/DCTA)
- 15h às 16h – Visita ao Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB)
- 16h30 às 18h – Lançamento de Foguetes – palestrante Dr. Guido Damilano (IAE/DCTA)

05/11

- 08h30 às 10h – O Veículo Lançador de Satélites (VLS) – palestrante M.Sc. Danton J. Villas Boas (IAE/DCTA)
- 10h30 às 12h – A Tecnologia GPS – palestrante Dr. Leandro Toss Hoffmann (Inpe)
- 14h30 às 15h30 – Os Satélites de Comunicação e a Televisão – palestrante Eng. Sandro Sereno (TV Vanguarda)
- 16h30 às 18h30 – Temática Espacial em sala de aula, A Exploração Espacial, a Robótica e Aprimorando os Foguetes de Garrafa Pet – palestrantes professores Izaias Cabral Filho e Jaime Pereira Antunes (SEDF)

06/11

- 08h30 às 10h – Os benefícios da Era Espacial – palestrante Dr. Bezerra Pessoa Filho (IAE/DCTA)
- 10h30 às 12h – As Ciências Espaciais no Ano Internacional da Astronomia – palestrante Prof. Dr. José Leonardo Ferreira (AEB Escola/AEB)
- 16h às 18h30 – Encerramento


SERVIÇO

V Jornada Espacial – Agência Espacial Brasileira (AEB) – Programa AEB Escola
01 a 6 de novembro
São José dos Campos (SP)

domingo, 11 de outubro de 2009

O primeiro passo na Lua podia ter sido de uma mulher


Jerrie Cobb, candidata a astronauta: limitações incontornáveis

Reportagem da Wired mostra que várias mulheres participaram dos testes para a escolha dos astronautas que seriam os pioneiros do programa espacial americano. E mostra que elas foram tão bem quanto os homens nas provas. Em um dos casos, para testar sua capacidade de tolerar privação de sentidos, elas ficaram em um tanque escuro com água fria durante seis horas. Já John Glenn, o primeiro astronauta americano a entrar em órbita da Terra, passou por teste semelhante, mas bem menos exigente: ficou três horas num quarto apenas mal-iluminado, e ainda recebeu papel e caneta para matar o tempo.

Gente da Nasa disse que as mulheres testadas foram preteridas porque não tinham experiência em vôos militares, já que não podiam se alistar na Força Aérea. E há quem diga que, na verdade, o problema era a menstruação.
Fonte: Marcos Guterman, Seção: Estados Unidos, História 11:30:53

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Astrônomos descobrem anel gigante na órbita de Saturno


Cientistas da Nasa (Agência Espacial americana) descobriram um anel gigante em torno de Saturno, em cujo espaço caberiam 1 bilhão de planetas do tamanho da Terra.

Sua parte mais densa fica a cerca de 6 milhões de quilômetros de Saturno e se estende por outros 12 milhões de quilômetros, o que o torna o maior anel de Saturno. A altura do halo é 20 vezes maior que o diâmetro do planeta.

"Trata-se de um anel superdimensionado", definiu a astrônoma Anne Verbiscer, da Universidade da Virgínia em Charlottesville e uma das autoras de um artigo sobre a descoberta publicado na revista científica Nature.

"Se ele fosse visível a partir da Terra, veríamos o anel com a largura de duas luas cheias, com Saturno no meio", comparou a cientista.

Quase invisível

Verbiscer e seus colegas utilizaram uma câmera de infravermelho a bordo do telescópio espacial Spitzer para fazer uma "leitura" de uma parte do espaço dentro da órbita de Phoebe, uma das luas de Saturno.

Segundo a astrônoma, o anel é praticamente invisível por telescópios que utilizam luz, já que é formado por uma fina camada de gelo e por partículas de poeira bastante difusas.

"As partículas estão tão distantes umas das outras que mesmo se você ficasse em pé em cima do anel, não o veria", disse Verbiscer.

Os cientistas acreditam que a lua Phoebe é que contribuiu com o material para a formação do anel gigante, ao ser atingida por cometas.

A órbita do anel está a 27 graus de inclinação do eixo do principal e mais visível anel de Saturno.

Mistério

Os cientistas acreditam que a descoberta do anel poderá ajudar a desvendar um dos maiores mistérios da astronomia - a lua Iapetus, também de Saturno.

A lua foi descoberta pelo astrônomo Giovanni Cassini em 1671, que percebeu que ela tinha um lado claro e outro bastante escuro, como o conhecido símbolo yin-yang.

Segundo a equipe de Verbiscer, o anel gira na mesma direção de Phoebe e na direção oposta a Iapetus e às outras luas e anéis de Saturno.

Com isso, o material do anel colide constantemente com a misteriosa lua, "como uma mosca contra uma janela".
Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/10/091007_saturnoanelml.shtml

Por Wesley Machado

O Clube de Astronomia Louis Cruls em parceria com a Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima e a Secretaria Municipal de Educação, e com apoio da Space Generation Advisory Council, traz a Campos no dia 17 de novembro de 2009, o astronauta norte-americano Edwin “Buzz” Aldrin. Na oportunidade, Buzz Aldrin ministrará, às 19:30, no Teatro Trianon, a Conferência “Minha Jornada Buscando Alcançar as Estrelas- e Caminhando na Lua”, onde contará detalhes da Missão Apollo XI, que levou o homem à Lua pela primeira vez há 40 anos.
Aldrin também estará no Jardim São Benedito no dia 17 de novembro, às 16 horas, quando conversará com crianças do programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), do Pró-Jovem e com estudantes da rede pública de ensino. Todo o evento terá entrada gratuita, mas as vagas são limitadas (se inscreve no link acima).

Biografia- Edwin Eugene Aldrin Jr. Nasceu em New Jersey no dia 20 de janeiro de 1930. Ex-coronel e piloto da Força Aérea dos Estados Unidos, foi o segundo homem a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969, como tripulante do módulo lunar Eagle, da Missão Apolo XI, a primeira a pisar no satélite. Buzz Aldrin tem tido um contado com o público com mais intensidade do que o seu companheiro de missão Neil Armstrong, um homem extremamente reservado, que fugiu dos holofotes da fama mundial após o histórico vôo para ser professor de engenharia de seu estado natal.

Aldrin deixou a NASA após o passeio lunar, voltou à Força Aérea num cargo gerencial e passou a fazer palestras em todo o mundo promovendo a exploração espacial, sendo que nunca veio ao Brasil- esta será aprimeira vez e, justamente, em Campos. Extrovertido, bem humorado, culto, dublou a si próprio em séries de televisão americana como Os Simpsons. Presbiteriano fervoroso, interpretou um reverendo num filme para a televisão inglesa sobre a Apolo XI. Presbítero da igreja Webster Presbyterian Chuch, do Texas, causou polêmica com a NASA ao comungar na Lua.

Semana Mundial do Espaço- Nesta terça-feira (06), a Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, em parceria com o Clube de Astronomia Louis Cruls e a Secretaria Municipal de Educação integrou-se às comemorações da ‘Semana Mundial do Espaço’ (4 a 10 de outubro) com um planetário inflável no ISEPAM, atendendo convite daquele educandário. Na oportunidade, os alunos e professores participaram, durante todo o dia, de palestras sobre a importância da conquista do espaço para toda a humanidade, principalmente no avanço tecnológico proporcionado pela “corrida espacial”.

As comemorações da ‘Semana Mundial do Espaço’, estabelecida pela ONU em 1999, começaram no dia 04, domingo, em diversos países. O dia 04 marca o começo da conquista do espaço com o lançamento da Sputinik, em 1957. Este ano, o tema escolhido foi ‘Espaço para a Educação’ e, juntamente com a Semana Mundial do Espaço, comemora-se o Ano Internacional da Astronomia, também estabelecido pela ONU para lembrar os 400 anos das observações feitas por luneta pelo astrônomo Galileu Galilei.

Dada a importância desses eventos em todo o mundo, mas principalmente nos EUA, o presidente Barack Obama vai abrir a Casa Branca para, junto com estudantes do ensino médio, comemorar o evento nesta quarta-feira, dia 07, quando colocará à disposição dos alunos mais de 20 telescópios para observação dos fenômenos celestes. O mundo inteiro comemora, ainda, os 40 anos da conquista da lua, quando a Missão Apollo XI fincou a bandeira americana no solo lunar. Michael Collins, Neil Armstrong e Edwin Aldrin foram os astronautas que ficaram na história pelo feito. Mas pisaram o solo lunar apenas o Armstrong e, 18 minutos depois, o Aldrin. Até hoje, apenas 12 astronautas pisaram na lua.
Fonte: Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima