quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Troca de satélite pode prejudicar Brasil



JC e-mail 3922, de 05 de Janeiro de 2010.
8. Troca de satélite pode prejudicar previsões do tempo no Brasil

Novo equipamento monitora o país com menos frequência e ainda há risco de ser usado só para Hemisfério Norte
Meteorologistas brasileiros terão de se preocupar também com o clima do Hemisfério Norte em 2010. Caso haja eventos extremos por lá, a previsão do tempo no Brasil poderá ser prejudicada, com impactos sobre a aviação civil, agricultura e o monitoramento de tempestades.

O satélite americano do qual o país dependia para esse serviço, o Goes 10, foi desativado no início de dezembro. Ele produzia imagens da América do Sul a cada 15 minutos. Seu substituto imediato, o Goes 12, continua a fornecer imagens do continente, mas com uma frequência menor - a cada 30 minutos.

Até aí tudo bem. Os 15 minutos a mais não alteram a confiabilidade da previsão do tempo no país, segundo o chefe da Divisão de Satélites do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Frederico de Angelis.

O problema é quando houver condições meteorológicas extremas no Hemisfério Norte - situação frequente no verão e na primavera, quando ocorrem as temporadas de furacões e tornados nos Estados Unidos. Nesse caso, os "olhos" do Goes 12 poderão ser direcionados para lá, deixando o Brasil "às cegas" por períodos de até três horas. "Aí começamos a ter problemas, pois, com essa periodicidade, não conseguimos fazer previsões de curto prazo (para períodos menores do que três horas)", explica de Angelis.

Isso pode ser um problema para a previsão e o monitoramento de tempestades que se formam e se deslocam rapidamente, como as pancadas de chuva que vêm causando desastres no Rio e em São Paulo nas últimas semanas.

"É um pouco complicado, pois há nuvens que se formam e desaparecem em questão de uma hora, e não teremos registro delas", diz o coordenador geral de Agrometeorologia do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Alaor Moacyr Dall"Antonia Junior.

A segurança na aviação também poderia ser comprometida, com uma diminuição na precisão das previsões meteorológicas para planejamento de voos. Na agricultura, o Inpe ficaria impossibilitado, por exemplo, de calcular o acumulado de chuva para um determinado dia com base em imagens de satélite - uma informação crucial para o manejo das lavouras. "Com imagens a cada três horas, o erro torna-se muito grande. O cálculo deixa de ser confiável", explica de Angelis.

Dependência

Os satélites Goes (Geostationary Operational Environmental Satellite) pertencem à NOAA, a agência federal americana que monitora os oceanos e a atmosfera. São aparelhos geoestacionários, o que significa que ficam posicionados sempre sobre um mesmo ponto do Equador, enquanto suas câmeras escaneiam a superfície.

O Goes 10 olhava só para o Sul e levava 15 minutos para escanear todo o hemisfério. O Goes 12 olha para o Sul e para o Norte, por isso leva o dobro do tempo para produzir as imagens de cada continente.

Os dados são fornecidos gratuitamente aos países da América do Sul por um acordo com a Organização Mundial de Meteorologia. O problema é que, pelo acordo, a NOAA tem obrigação de prover imagens a cada 3 horas, mas não menos do que isso.

O Goes 10 foi desativado em 1º de dezembro, após 12 anos de serviço, e imediatamente substituído pelo Goes 12. A agência americana mantém sempre três satélites em órbita: um para o leste dos Estados Unidos, outro para o oeste e um terceiro, de reserva, caso haja problemas com os outros dois.

O satélite mais novo da série, o Goes 14, foi lançado em junho do ano passado e está passando por um período de comissionamento. Segundo Dall"Antonia, do Inmet, uma vez que esse processo seja concluído, o Goes 14 deverá assumir a função do Goes 12 para o Hemisfério Norte, e o Goes 12 passará a se dedicar exclusivamente à América do Sul, como fazia o Goes 10. A expectativa é que isso ocorra em junho deste ano.

Até lá, Dall"Antonia garante que "o Brasil não ficará descoberto", pois pode ainda recorrer ao satélite europeu Meteosat, que fornece imagens a cada 15 minutos. De Angelis, do Inpe, porém, faz a ressalva de que "a única região de boa confiança para o Meteosat é o Nordeste", por causa da posição do satélite (que fica na interseção de Greenwich com o Equador, sobre a costa da África).

(Herton Escobar)

(O Estado de SP, 5/1)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009


Virada do ano terá a segunda Lua cheia do mês de dezembro

Na noite de quinta-feira (31) quem olhar para o céu para acompanhar a queima de fogos do réveillon poderá ver também a segunda Lua cheia do mês de dezembro – a primeira ocorreu no dia 2. Normalmente, cada fase da Lua ocorre apenas uma vez por mês, no entanto, a cada 2,7 anos o fenômeno conhecido como Blue Moon (Lua Azul) é visível na Terra.

A última vez que o fenômeno ocorreu foi em maio de 2007 e a próxima apenas em agosto de 2012. Desde 1999, uma segunda Lua cheia não era vista na noite do dia 31 de dezembro.

De acordo com Jorge Ramiro de la Reza, astrofísico e pesquisador do Observatório Nacional, assim como os anos bissextos a ocorrência do fenômeno da repetição de uma fase da Lua no mesmo mês é algo normal e previsível. “A mecânica celeste rege todos os movimentos do sistema solar. Dentro dessa mecânica há situações, como o Blue Moon, que se repetem de tempos em tempos”, explica.

Como o mês lunar - o período para que a Lua complete seu ciclo - tem 29 dias, a cada 2,7 anos um mês do ano tem duas vezes a mesma fase da Lua. "É uma questão de calendário e de ciclos", explica o astrônomo e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Othon Winter.

No entanto, apesar do nome, não espere que a Lua apareça no céu com outra cor, a não ser a de sempre. Não há nenhuma relação. O nome surgiu de uma interpretação errada da revista “Sky & Telescope”, em 1946.

Naquele ano, o astrônomo amador James Hugh Pruett (1886-1955), usou a expressão - até então utilizada apenas pelo "Almanaque do Fazendeiro do Maine" para designar a terceira Lua cheia de uma estação do ano – para dar o nome ao fenômeno.

Neste ano, a segunda Lua cheia de dezembro será visível nos Estados Unidos, Canadá, Europa, América do Sul e África. Na Austrália e na Ásia, a Lua cheia somente poderá ser observada na manhã do dia 1º de janeiro. (Fonte: G1)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009



Ciência e saúde / espaçoCELULAR RSS O Portal de Notícias da Globo

24/12/09 - 11h40 - Atualizado em 24/12/09 - 12h10

Tripulação da estação espacial se prepara para comemorar Natal
Complexo orbital será concluído em 2010.
Com gorros natalinos, a tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) é fotografada enquanto conversa com suas bases na Rússia, Japão e Estados Unidos. A foto foi tirada no Módulo de Serviço Zvezda (na seção russa da ISS). Na fila da frente estão o comandante de turno da ISS, o americano Jeffrey Williams (à direita) e o russo Maxim Suraev. Na fila de trás (da esquerda para a direita) estão o russo Oleg Kotov, comandante da Soyuz, o americano T.J. Creamer e o japonês Soichi Noguchi.

Tripulação da ISS se prepara para comemorar o Natal
O complexo espacial é habitado desde 2 de novembro de 2000. A uma velocidade de 28 mil quilômetros por hora, a estação orbita a Terra 16 vezes por dia a cerca de 400 km de altitude, monitorando 90% da superfície do planeta. A ISS é uma parceria das agências espaciais de EUA, Rússia, União Europeia, Japão e Canadá. Quando estiver concluída, em 2010, vai pesar 363 toneladas. A tripulação completa é composta por 6 astronautas/cosmonautas, com a missão de conduzir experimentos científicos e preparar futura exploração da Lua e de Marte .

Com 'aposentadoria' dos ônibus espaciais americanos, serão as naves Soyuz as responsáveis pelo transporte de astronautas e cosmonautas à ISS.

Custo de viagem por pessoa em uma nave Soyuz é de aproximadamente US$ 50 milhões

Foi numa nave como essa que o brasileiro Marcos Pontes viajou para a ISS.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Caçadores de planetas


Caçadores de planetas: Irmão Sol, irmãs Terras
Agência Fapesp - 14/12/2009

A 61 Virginis pode ser vista da Terra a olho nu. Ela se encontra a 28 anos-luz da Terra na constelação de Virgem, que, nesse período do ano pode ser observada algumas horas antes do nascer do Sol.[Imagem: NASA]
Estrelas parecidas com o Sol

Um grupo internacional de caçadores de planetas acaba de descobrir quatro novos desses corpos celestes em órbita de duas estrelas relativamente próximas e que são muito parecidas com o Sol.

Os planetas foram encontrados por astrônomos australianos, britânicos e norte-americanos, com a ajuda dos telescópios Anglo-Australiano e Keck, localizados respectivamente na Austrália e no Havaí.

O grupo não observou os planetas diretamente, tendo usado para a detecção o efeito Doppler, que mede como os planetas são atraídos pela gravidade das estrelas dos sistemas de que fazem parte.

Gêmea do Sol

Dos planetas descobertos, três orbitam a estrela 61 Virginis, que é praticamente uma gêmea do Sol, tamanha a semelhança entre as estrelas. As massas dos planetas variam de 5,3 a 24,9 vezes a massa da Terra.

"Esses planetas são especialmente instigantes. Estão próximos, em tamanho, à Netuno, que tem 17 vezes a massa da Terra. Aparentemente, há muitas estrelas parecidas com o Sol que contam com planetas dessa massa ou menor. Isso indica um caminho para descobrirmos planetas menores que podem ser rochosos e com condições favoráveis ao suporte da vida", disse Chris Tinney, da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, um dos autores do estudo que será publicado em breve no Astrophysical Journal.

A 61 Virginis pode ser vista da Terra a olho nu. Ela se encontra a 28 anos-luz da Terra na constelação de Virgem, que, nesse período do ano pode ser observada algumas horas antes do nascer do Sol.

Olhando para casa

O quarto planeta descoberto é bem maior, com massa semelhante à de Júpiter, e orbita a estrela 23 Librae, também parecida com o Sol. A estrela está a 84 anos-luz da Terra na constelação de Libra. É o segundo planeta observado nessa constelação, após o primeiro em 2006. O novo planeta tem uma órbita de 14 anos, um pouco maior do que a de Júpiter, que é de 12 anos.

"O que detectamos nesse sistema estelar é muito parecido com o que encontraríamos em nosso Sistema Solar se o estivéssemos observando a distância", disse Simon O'Toole, do Observatório Anglo-Australiano, outro autor da descoberta.

Outro ponto destacado pelos pesquisadores é a colaboração entre equipes e instrumentos, com o uso conjunto, no caso, de dois potentes telescópios. "Com essa colaboração, teremos uma excelente chance de identificar, nos próximos anos, planetas potencialmente habitáveis em órbita de estrelas próximas", disse Paul Butler, do Instituto Carnegie, em Washington, outro autor do estudo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009


NASA confirma descoberta de água e "substâncias intrigantes" na Lua

Redação do Site Inovação Tecnológica - 13/11/2009
NASA confirma descoberta de água e
A água lunar, acumulada na forma de gelo, pode conter incrustrações com informações geológicas importantes sobre as origens de todo o Sistema Solar.


A NASA anunciou nesta sexta-feira que descobriu uma "grande quantidade" de água na Lua durante um experimento realizado no mês passado, quando a sonda LCROSS chocou-se com o interior da cratera Cabeus.

Dois impactos

A LCROSS era formada por duas partes. A primeira consistia no último estágio do foguete que a lançou ao espaço, chamado Centauro. A segunda era a sonda propriamente dita.

As duas se separaram algumas horas antes do impacto. Logo depois a LCROSS acionou seus foguetes em uma manobra de frenagem que a deixou cerca de 600 quilômetros de distância do projétil Centauro. Isso criou um atraso de cerca de 4 minutos entre o projétil e a sonda.

Com os dois segmentos seguindo o mesmo curso, o objetivo era que a LCROSS observasse a nuvem de poeira e detritos levantada pelo Centauro. A sonda também chocou-se contra o solo lunar depois de transmitir seus dados para a Terra.

Há água na Lua

A NASA havia criado uma grande expectativa quanto à nuvem de poeira que se levantaria durante o impacto, acionando um batalhão de astrônomos amadores para fotografar o evento. Mas a nuvem de detritos levantada foi muito menor do que o esperado e só pode ser observada pelos instrumentos precisos da LCROSS.

"De fato, sim, nós encontramos água. E nós não encontramos um pouquinho, nós encontramos uma quantidade significativa", disse Anthony Colaprete, cientista responsável pela missão.

Segundo Colaprete, os dados indicam que o impacto levantou algo em torno de 90 a 100 litros de água. Não foram divulgados dados sobre a quantidade estimada de detritos lançados na atmosfera, o que impede um cálculo percentual.

Substâncias intrigantes

A identificação de água na Lua é importante por motivos científicos: se ela estiver depositada lá há bilhões de anos na forma de gelo, pode conter incrustações com informações geológicas importantes sobre as origens de todo o Sistema Solar.

Mas a presença de água também poderia ser importante para futuras expedições tripuladas e para uma eventual base lunar.

Os cientistas afirmaram que os dados são preliminares e que as futuras análises deverão detalhar melhor a presença de água na cratera.

Segundo Colaprete, "junto com a água em Cabeus, há pistas de outras substâncias intrigantes." Mais detalhes, contudo, terão que esperar a publicação dos artigos científicos, o que deverá ser feito após a conclusão das análises.

Em Setembro último, uma sonda espacial indiana também havia encontrado sinais de água na Lua.
Fonte:Redação do Site Inovação Tecnológica

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Começou a V Jornada Espacial


Estudantes participam da V Jornada Espacial
Coordenação de Comunicação Social- Agência Espacial Brasileira
29-10-2009

A Agência Espacial Brasileira (AEB) promove, a partir deste domingo (01/11), em São José dos Campos (SP), a V Jornada Espacial. Até 6 de novembro, 60 estudantes do ensino médio de escolas públicas e privadas de 22 estados e do Distrito Federal participarão de visitas aos institutos, oficinas, cursos e palestras voltadas ao setor espacial.
A Jornada Espacial, uma das ações do programa AEB Escola, busca despertar nos jovens o interesse pela área espacial, revelar novos talentos e permitir aos alunos um contato direto com pesquisadores das áreas de Astronomia e Astronáutica. O evento também é uma oportunidade para os estudantes demonstrem seus conhecimentos e habilidades.

Durante a semana, alunos e professores visitarão o Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Observatório Astronômico do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), entre outros órgãos. Nesta edição, serão abordados temas como o contexto histórico da corrida espacial e seus benefícios, a astronomia espacial, os satélites e as plataformas, a tecnologia GPS, a robótica, o veículo lançador de satélites, as ciências espaciais e o Programa Espacial Brasileiro.


Os participantes da Jornada foram selecionados, em maio deste ano, por meio da Olimpíada de Astronomia e Astronáutica (OBA), organizada anualmente pela AEB em conjunto com a Sociedade Astronômica Brasileira (SAB). Mais de 864 mil alunos de 10 mil escolas de todo o país participaram da OBA, que visa popularizar o ensino de Astronáutica e de Astronomia junto a educadores e estudantes. Para participarem, as escolas cadastradas recebem todo o material didático sobre os assuntos abordados na prova olímpica.

Programação – A solenidade de abertura das atividades será no domingo (01), às 16h, no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos (SP). Na segunda-feira (2), haverá palestra com o astronauta brasileiro Marcos Pontes que abordará a Missão Centenário. Outro destaque será a palestra na quarta-feira (4), de Petrônio Noronha de Souza, chefe do Laboratório de Integração e Testes (LIT), do Inpe, com o tema “Satélites e Plataformas Espaciais”. No dia 6, os benefícios da era espacial serão abordados pelo professor José Bezerra Pessoa Filho, do DCTA.

Atividades

01/11os Eventos / Palestrantes

- 16h30 - Solenidade de Abertura da V Jornada Espacial - DCTA
- 17h30 às 18h30 - O Programa Nacional de Atividades Espaciais e o Programa
AEB Escola – palestrante Dr. Thyrso Villela Neto (AEB)

02/11

- 08h30 às 10h - O Contexto Histórico da Corrida Espacial – palestrante Dr. José Bezerra Pessoa Filho (IAE/DCTA)
10h30 às 12h - A Missão Centenário – palestrante Ten. Cel. Av. Marcos Pontes (Astronauta)
- 14h às 15h30 - Experimentos Didáticos de Astronomia em Sala de Aula – palestrante Prof. Dr. João Batista Canalle (UERJ)
16h às 17h30 - Construindo Foguetes – palestrante Dr. Guido Damilano (IAE/DCTA)

03/11

- 08h30 às 10h – Passeio ao Centro de Visitantes do Inpe
- 10h30 às 12h – Visita ao Laboratório de Integração e Testes (LIT/Inpe)
- 14h às 15h30 – Interpretando Imagens e Satélites – palestrante Dra. Elisabete Caria Moraes (Inpe)
16h às 17h30 – Experimentos Didáticos de Astronomia em sala de aula – palestrante Prof. Dr. João Batista Canalle (UERJ)
- 18h30 às 20h30 – Observação Noturnaário Eventos / Palestrantes
Professores
04/11

- 08h30 às 10h – Satélites e Plataformas Espaciais – palestrante Dr. Petrônio Noronha de Souza (Inpe)
- 10h30 às 12h – Meteorologia e Ciências Ambientais – palestrante M.Sc. Marcos Barbosa Sanches (Inpe)
- 14h às 14h45 – O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) – palestrante Prof. Luis Carlos Rossato (ITA/DCTA)
- 15h às 16h – Visita ao Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB)
- 16h30 às 18h – Lançamento de Foguetes – palestrante Dr. Guido Damilano (IAE/DCTA)

05/11

- 08h30 às 10h – O Veículo Lançador de Satélites (VLS) – palestrante M.Sc. Danton J. Villas Boas (IAE/DCTA)
- 10h30 às 12h – A Tecnologia GPS – palestrante Dr. Leandro Toss Hoffmann (Inpe)
- 14h30 às 15h30 – Os Satélites de Comunicação e a Televisão – palestrante Eng. Sandro Sereno (TV Vanguarda)
- 16h30 às 18h30 – Temática Espacial em sala de aula, A Exploração Espacial, a Robótica e Aprimorando os Foguetes de Garrafa Pet – palestrantes professores Izaias Cabral Filho e Jaime Pereira Antunes (SEDF)

06/11

- 08h30 às 10h – Os benefícios da Era Espacial – palestrante Dr. Bezerra Pessoa Filho (IAE/DCTA)
- 10h30 às 12h – As Ciências Espaciais no Ano Internacional da Astronomia – palestrante Prof. Dr. José Leonardo Ferreira (AEB Escola/AEB)
- 16h às 18h30 – Encerramento


SERVIÇO

V Jornada Espacial – Agência Espacial Brasileira (AEB) – Programa AEB Escola
01 a 6 de novembro
São José dos Campos (SP)